Employee Experience: 4 detalhes que você tem que saber!

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É a chegada hora da experiência do funcionário, ou então, Employee Experience (EX). Depois que a startup americana AirBNB promoveu Mark Levy a Chefe Global de EX, o mundo não parou de falar sobre esse assunto. Isso fez com que as perspectiva de engajamento, de performance e de resultados fossem realmente sacudidas 

Nos últimos anos o foco dos investimentos estava no cliente, no Costumer Experience (CX). Era preciso garantir que o consumidor vivesse momentos inesquecíveis com a empresa. Todavia, não é suficiente assegurar essa relação. Agora, a figura do colaborador tem um papel fundamental e também precisa ter sua experiência potencializada. Por isso, para favorecer o desempenho das equipes, as organizações têm procurado empregar as ações voltadas para o conhecimento de seus talentos. 

O que é o Employee Experience? 

Como o nome diz, trata-se da Experiência do Colaborador. Equipes bem engajadas na empresa chegam a produzir duas vezes mais, ou seja, quanto melhor a experiência do profissional, melhores os resultados da empresa. Assim, todas as ações que buscam desenvolver a relação talento-empresa, seja por benefícios, treinamentos, programas de desenvolvimento, entre outros, passam pelo EX.

Visto que os resultados são promissores em todo o mundo, é uma verdadeira revolução. Porém, antes de correr para desenvolver esse setor, há alguns detalhes que você deve ficar atento. Vejamos: 

1 – Compensação e Benefícios 

Vale ter em mente que você possui colaboradores, não blogueiros! Certamente, é importante procurar compreender a realidade de cada um no ambiente de trabalho. Isso significa tomar ações estratégicas que potencializem os seus resultados, e não distribuir mimos sem distinção.  

A melhor prática de compensação e benefícios acontece quando você conhece o seu employee e sabe como oferecer a melhor experiência dentro da empresa. Se isso significa distribuir paçocas e uma mesa de ping-pong, dentro da sua cultura organizacional, vá em frente! Porém, eventualmente é preciso repensar o ambiente de trabalho, favorecendo modelos humanizados e de feedback constante. 

2 – Costumer Experience X Employee Experience 

Por serem termos parecidos, é comum que existam dúvidas sobre os dois. Na realidade, o que os diferenciam são os objetivos e como mesurar os resultados obtidos. 

CX tem o foco no cliente, em tornar a experiência dele mais agradável e consequentemente mais produtiva e rentável. Aliás, é possível ver uma equação simples: quanto melhor a experiência do cliente, maior será o engajamento dele e maior serão os lucros.  

Todavia, o EX não possui essa mesma precisão. Práticas visando à experiência do colaborador não podem ser metrificadas diretamente nos resultados. Um talento que trabalha bem é possível que se engaje na cultura da empresa e se destaque no exercício da sua profissão. Mas é impossível traduzir objetivamente essas ações em resultados. 

O que é importante entender sobre o CX e o EX é a proximidade deles. A premissa é a mesma: tomar conhecimento dos indivíduos engajados nos seus negócios e tomar ações para potencializar suas performances. Conhecer o seu colaborador tão bem como o seu cliente permite que você tenha a pessoa certa no lugar adequado! 

3 – Pesquisa de Clima Organizacional 

Você concorda que seria impossível ter uma resposta única de todos seus colaboradores ao questionar o que seria um clima organizacional saudável? Afinal, cada um tem sua resposta específica dada sua experiência de vida.  

É nesse momento que a Pesquisa de Clima Organizacional surge para apoiar os gestores no mapeamento do ambiente de trabalho. Os resultados da pesquisa podem ser entendidos como indicadores de quais áreas devem ser melhoradas ou até mesmo revisadas. Do mesmo modo, problemas como baixo engajamento ou alto turnover podem ser identificados por meio dessa pesquisa. 

4 – Do recrutamento ao desligamento 

É importante saber que não há colaborador eterno. Em algum momento, seja na aposentadoria ou uma dispensa, o talento seguirá um caminho diferente do da empresa. 

Assim, a EX deve ser pensada para absolutamente todos as etapas dessa jornada. Estudar as diferenças entre a experiência que você oferece e aquela que o profissional deseja é o caminho para alinhar as expectativas e garantir a melhor trajetória possível. Inegavelmente, esse trajeto passa por treinamentos, desenvolvimentos, feedbacks e benefícios. 

Como profissional de EX, a sua tarefa é descobrir qual é o momento mais adequado para cada um e aplicá-lo de forma efetiva. O colaborador que tem a sua experiência potencializada desempenha melhor suas funções e integra a cultura da organização para a qual ele presta serviços. 

No contexto corporativo, o employee experience está envolto em iniciativas inovadoras que visam uma melhoria gradativa no clima organizacional. 

Então, se o seu desejo é: 

  • Privilegiar vivências mais significativas; 
  • Apoiar os líderes com foco no desenvolvimento de cada colaborador; 
  • Incentivar os líderes e gestores para que esses consigam engajar melhor seus colaboradores; 
  • Abraçar a diversidade e ampliar a visão do negócio para inclusão; 
  • Valorizar cada colaborador; 
  • Conseguir maior performance e produtividade; 
  • Proporcionar um ambiente criativo; 
  • Ter um quadro de funcionários mais estável, não perca mais tempo… 

… invista nas estratégias de Employee Experience! 

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